29 de Novembro de 2025

Polícia

Polícia Civil incinera duas toneladas de drogas apreendidas em Minas Gerais

Destruição do material, realizada em Divinópolis, representa prejuízo ao crime organizado e reforça integração no combate ao tráfico
Divulgação, PCMG
Divulgação, PCMG
A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) realizou a incineração de duas toneladas de drogas apreendidas em operações de combate ao tráfico em diferentes regiões do estado. A destruição do material ocorreu em Divinópolis, no Centro-Oeste mineiro, seguindo protocolos de segurança e fiscalização previstos em Lei.

As substâncias eliminadas são resultado de ações conduzidas pelo Departamento Estadual de Combate ao Narcotráfico (Denarc), por outras unidades da instituição e por órgãos parceiros. Segundo a corporação, o volume expressivo reforça o impacto das operações integradas e a importância do trabalho conjunto entre as forças de segurança no enfrentamento ao tráfico de drogas.

O chefe do Denarc, delegado Rodrigo Bustamante, destacou os efeitos diretos da medida.
“A eliminação do material representa um significativo prejuízo financeiro às organizações criminosas envolvidas com o tráfico de drogas, além de impedir que os entorpecentes retornem às ruas e alimentem atividades ilícitas em diversas regiões do estado”, afirmou.

A incineração ocorre após autorização judicial e acompanhamento de representantes do Ministério Público, garantindo transparência no processo. Para a PCMG, ações como essa contribuem para enfraquecer a logística do crime, retirar do mercado ilegal toneladas de substâncias tóxicas e reforçar a sensação de segurança da população.

O que é incineração de drogas?

A incineração é o procedimento legal utilizado para destruir definitivamente drogas apreendidas, por meio de queima controlada em fornos industriais de alta temperatura.

O processo:

- Impede que o material volte a circular;
- Reduz riscos de desvio, roubo ou contaminação;
- Segue normas ambientais e de vigilância sanitária;
- É acompanhado por autoridades policiais e representantes do Ministério Público e do Judiciário.

A prática é comum em todo o país e ocorre sempre mediante autorização judicial, após perícia e identificação das substâncias apreendidas.

Fonte: Mais Minas